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	<title>NOTÍCIAS &#8211; Culasso &amp; Salaberry Advogados Associados</title>
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	<description>A CULASSO &#38; SALABERRY ADVOGADOS ASSOCIADOS é um escritório multidisciplinar e especializado em diversas áreas do direito com ênfase em entidades do Terceiro Setor.</description>
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		<title>Conheça seus direitos como consumidor: informações sobre troca de produtos, devoluções, contratos de consumo e mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Culasso e Salaberry]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Sep 2022 02:45:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como consumidor, é importante conhecer seus direitos para poder exigir que eles sejam respeitados. A legislação brasileira tem uma série de normas que visam proteger o consumidor em diversas situações, desde a compra de produtos até a contratação de serviços. Neste artigo, vamos abordar informações relevantes sobre direitos dos consumidores, como troca de produtos, devoluções, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Como consumidor, é importante conhecer seus direitos para poder exigir que eles sejam respeitados. A legislação brasileira tem uma série de normas que visam proteger o consumidor em diversas situações, desde a compra de produtos até a contratação de serviços. Neste artigo, vamos abordar informações relevantes sobre direitos dos consumidores, como troca de produtos, devoluções, contratos de consumo, entre outros.</p>
<h4>Troca de produtos</h4>
<p style="text-align: justify;">É comum que o consumidor se depare com produtos que apresentem defeitos ou que simplesmente não atendam às suas expectativas. Nesses casos, é importante saber que a loja não é obrigada a realizar a troca por motivos como cor, tamanho ou modelo, por exemplo. No entanto, se o produto apresentar defeito, a loja tem a obrigação de trocá-lo em até 30 dias após a compra. Se o problema não for resolvido nesse prazo, o consumidor pode exigir a troca por um produto novo, a devolução do valor pago ou um abatimento proporcional no preço.</p>
<h4>Devoluções</h4>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Código de Defesa do Consumidor (CDC), o consumidor tem o direito de desistir da compra em até 7 dias após o recebimento do produto ou serviço, mesmo que não apresente defeito. Nesse caso, a loja deve devolver o valor pago pelo consumidor, incluindo os custos de frete, se houver. É importante ressaltar que essa regra não se aplica a compras feitas em lojas físicas, apenas a compras realizadas pela internet, telefone ou catálogo.</p>
<h4>Contratos de consumo</h4>
<p style="text-align: justify;">Ao assinar um contrato de consumo, o consumidor deve estar atento aos seus direitos e deveres, além de ler atentamente todas as cláusulas antes de assinar o documento. O CDC estabelece que todas as informações relevantes sobre o produto ou serviço devem ser informadas de forma clara e objetiva ao consumidor, sem letras miúdas ou informações confusas. Além disso, é importante verificar se o contrato não contém cláusulas abusivas ou que coloquem o consumidor em desvantagem em relação à outra parte.</p>
<h4>Outros direitos dos consumidores</h4>
<p style="text-align: justify;">Além dos direitos mencionados acima, o consumidor também tem outros direitos garantidos por lei, como o direito à informação clara e precisa sobre os produtos e serviços oferecidos, o direito à reparação por danos causados por produtos ou serviços defeituosos, o direito à proteção contra práticas abusivas ou ilegais, entre outros.</p>
<h4>Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">Conhecer seus direitos como consumidor é essencial para evitar problemas e garantir que seus direitos sejam respeitados. Portanto, se você se sentir lesado em qualquer situação de consumo, não hesite em buscar seus direitos e, se necessário, procure ajuda de órgãos de defesa do consumidor, como o Procon. Lembre-se sempre de guardar comprovantes, notas fiscais e outros documentos que possam ser úteis em caso de necessidade.</p>
<h4>FAQ: Perguntas frequentes sobre direitos dos consumidores</h4>
<ul>
<li><strong>Quais são os prazos para troca de produtos?</strong> A loja tem até 30 dias para realizar a troca em caso de defeito. Se o problema não for resolvido nesse prazo, o consumidor pode exigir a troca por um produto novo, a devolução do valor pago ou um abatimento proporcional no preço.</li>
<li><strong>Como funciona o direito de arrependimento?</strong> O consumidor tem o direito de desistir da compra em até 7 dias após o recebimento do produto ou serviço, mesmo que não apresente defeito. Nesse caso, a loja deve devolver o valor pago pelo consumidor, incluindo os custos de frete, se houver.</li>
<li><strong>O que são cláusulas abusivas?</strong> São cláusulas presentes em contratos que colocam o consumidor em desvantagem em relação à outra parte, limitando seus direitos ou impondo obrigações excessivas. Essas cláusulas são consideradas nulas e não têm validade legal.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Conhecer seus direitos como consumidor é fundamental para garantir que seus direitos sejam respeitados em todas as situações de consumo. Portanto, esteja sempre atento às informações e exerça seus direitos sempre que necessário.</p>
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		<title>Consultoria Jurídica Online: Tire suas dúvidas sobre questões legais de forma prática e eficiente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Culasso e Salaberry]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Sep 2022 02:45:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[alternativa]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a evolução da tecnologia e da internet, cada vez mais serviços estão disponíveis online. E isso não é diferente quando se trata de consultoria jurídica. A consultoria jurídica online é uma alternativa prática e eficiente para quem precisa de orientação legal, mas não tem tempo para ir pessoalmente a um escritório de advocacia ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com a evolução da tecnologia e da internet, cada vez mais serviços estão disponíveis online. E isso não é diferente quando se trata de consultoria jurídica. A consultoria jurídica online é uma alternativa prática e eficiente para quem precisa de orientação legal, mas não tem tempo para ir pessoalmente a um escritório de advocacia ou para quem busca reduzir custos com honorários advocatícios. Neste artigo, vamos esclarecer as principais dúvidas sobre a consultoria jurídica online e apresentar suas vantagens e desvantagens.</p>
<h4>O que é a consultoria jurídica online?</h4>
<p style="text-align: justify;">A consultoria jurídica online é um serviço oferecido por advogados e escritórios de advocacia por meio de plataformas digitais, como sites, aplicativos, e-mails e videoconferências. Através desses canais, o cliente pode obter informações e orientações jurídicas sobre diversos assuntos, como direito do consumidor, direito de família, direito trabalhista, entre outros. A consultoria jurídica online também pode incluir a elaboração de pareceres, contratos e outros documentos jurídicos.</p>
<h4>Quais são as vantagens da consultoria jurídica online?</h4>
<p style="text-align: justify;">A consultoria jurídica online apresenta diversas vantagens para o cliente, como comodidade, praticidade e economia de tempo e dinheiro. O cliente pode acessar o serviço de qualquer lugar e a qualquer hora, sem precisar se deslocar a um escritório de advocacia. Além disso, a consultoria jurídica online pode ser mais acessível financeiramente, uma vez que os honorários advocatícios podem ser menores em comparação com a consultoria presencial.</p>
<h4>Quais são as desvantagens da consultoria jurídica online?</h4>
<p style="text-align: justify;">Apesar das vantagens, a consultoria jurídica online também apresenta algumas desvantagens que devem ser consideradas pelo cliente antes de contratar o serviço. Uma das principais desvantagens é a falta de contato pessoal entre advogado e cliente, o que pode dificultar a compreensão do caso e a elaboração de soluções adequadas. Além disso, a consultoria jurídica online pode não ser a melhor opção para casos mais complexos e que exigem a presença física do advogado.</p>
<h4>Como escolher um advogado para consultoria jurídica online?</h4>
<p style="text-align: justify;">A escolha de um advogado para a consultoria jurídica online deve seguir os mesmos critérios da escolha de um advogado para a consultoria presencial. É importante verificar a formação acadêmica, a experiência profissional e a reputação do advogado ou escritório de advocacia. Também é recomendável verificar as condições de pagamento e os prazos de atendimento. O cliente pode buscar referências em sites de avaliação de serviços ou em grupos de discussão nas redes sociais.</p>
<h4>A consultoria jurídica online é segura?</h4>
<p style="text-align: justify;">A segurança da consultoria jurídica online depende da plataforma utilizada e das medidas de segurança adotadas pelo advogado ou escritório de advocacia. É importante escolher uma plataforma segura e confiável, que utilize criptografia e outros recursos de proteção de dados. Além disso, é fundamental verificar se o advogado ou escritório de advocacia adota medidas de segurança, como a assinatura digital de documentos e a proteção de informações confidenciais.</p>
<h4>A consultoria jurídica online é legal?</h4>
<p style="text-align: justify;">Sim, a consultoria jurídica online é legal e regulamentada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). No entanto, é importante que o advogado ou escritório de advocacia que oferece o serviço esteja regularmente inscrito na OAB e cumpra as normas éticas e profissionais da instituição. O não cumprimento dessas normas pode levar à aplicação de sanções disciplinares.</p>
<h4>Como é feito o pagamento pela consultoria jurídica online?</h4>
<p style="text-align: justify;">O pagamento pela consultoria jurídica online pode ser feito de diversas formas, como cartão de crédito, boleto bancário e transferência eletrônica. É importante verificar as condições de pagamento e os prazos estabelecidos pelo advogado ou escritório de advocacia antes de contratar o serviço. Também é recomendável solicitar a emissão de um contrato de prestação de serviços, que deve conter informações sobre os honorários advocatícios e as condições de pagamento.</p>
<h4>Posso obter consultoria jurídica online para qualquer assunto?</h4>
<p style="text-align: justify;">Não necessariamente. Alguns assuntos exigem a presença física do advogado, como audiências e negociações presenciais. Além disso, alguns temas são mais complexos e exigem uma análise mais aprofundada do caso, o que pode ser dificultado pela consultoria jurídica online. No entanto, para a maioria dos assuntos, a consultoria jurídica online pode ser uma alternativa prática e eficiente.</p>
<h4>Como funciona a consultoria jurídica online?</h4>
<p style="text-align: justify;">O funcionamento da consultoria jurídica online pode variar de acordo com o advogado ou escritório de advocacia. Geralmente, o cliente entra em contato por meio de um formulário ou de um chat online, informando o assunto que deseja tratar. O advogado realiza uma primeira análise do caso e, se necessário, solicita documentos e informações complementares. Em seguida, o advogado elabora um parecer ou uma orientação jurídica, que é enviado ao cliente por meio da plataforma digital escolhida.</p>
<h4>Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">A consultoria jurídica online é uma alternativa prática e eficiente para quem precisa de orientação legal, mas não tem tempo ou disponibilidade para ir pessoalmente a um escritório de advocacia. No entanto, é importante considerar as vantagens e desvantagens do serviço e escolher um advogado ou escritório de advocacia que ofereça segurança e confiabilidade. A consultoria jurídica online é uma opção que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado e que pode ser muito útil em diversas situações. É importante lembrar, no entanto, que alguns assuntos exigem a presença física do advogado e que a consultoria jurídica online não substitui totalmente a atuação presencial. Portanto, é necessário avaliar cuidadosamente cada caso e escolher a melhor opção de acordo com as necessidades e possibilidades de cada cliente.</p>
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		<title>Buscando informações sobre Direito do Trabalho?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Culasso e Salaberry]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Sep 2022 02:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[cálculo de rescisão]]></category>
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					<description><![CDATA[Conheça seus direitos trabalhistas e como calcular sua rescisão O Direito do Trabalho é uma área do Direito que trata das relações entre empregadores e empregados, abrangendo desde a contratação até a rescisão do contrato de trabalho. É importante que trabalhadores estejam cientes dos seus direitos e deveres para que possam proteger seus interesses. Neste [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Conheça seus direitos trabalhistas e como calcular sua rescisão</h4>
<p style="text-align: justify;">O Direito do Trabalho é uma área do Direito que trata das relações entre empregadores e empregados, abrangendo desde a contratação até a rescisão do contrato de trabalho. É importante que trabalhadores estejam cientes dos seus direitos e deveres para que possam proteger seus interesses. Neste artigo, abordaremos alguns temas relevantes sobre o Direito do Trabalho, como cálculo de rescisão, direitos trabalhistas e como funciona o processo de demissão.</p>
<h4>Como calcular a rescisão?</h4>
<p style="text-align: justify;">A rescisão de contrato de trabalho é um processo que envolve o pagamento de diversos direitos ao trabalhador, como saldo de salário, férias vencidas e proporcionais, 13º salário proporcional, entre outros. Para calcular a rescisão, é necessário considerar todos esses valores, além de descontos como INSS e imposto de renda.</p>
<ul>
<li>O que é saldo de salário?</li>
<li>Quais são os direitos trabalhistas na rescisão?</li>
<li>Como calcular o aviso prévio?</li>
<li>O que é a multa do FGTS?</li>
</ul>
<h4>Quais são os direitos trabalhistas?</h4>
<p style="text-align: justify;">Além dos direitos na rescisão do contrato, existem diversos outros direitos trabalhistas que devem ser respeitados pelo empregador, como salário mínimo, horas extras, adicional noturno, férias remuneradas, décimo terceiro salário, entre outros. É importante que o trabalhador conheça seus direitos e saiba como agir caso algum deles seja desrespeitado.</p>
<ul>
<li>Quais são os direitos trabalhistas básicos?</li>
<li>O que é a jornada de trabalho?</li>
<li>Como funciona o adicional de horas extras?</li>
<li>Quais são os direitos das gestantes?</li>
</ul>
<h4>Como funciona o processo de demissão?</h4>
<p style="text-align: justify;">A demissão é um processo que pode gerar muitas dúvidas e incertezas para o trabalhador. É importante entender como funciona esse processo para estar preparado caso ele ocorra. Em geral, a demissão pode ocorrer por iniciativa do empregador ou por acordo entre as partes, e existem diferentes tipos de demissão, como a demissão sem justa causa e a demissão por justa causa.</p>
<ul>
<li>O que é a demissão sem justa causa?</li>
<li>O que é a demissão por justa causa?</li>
<li>Como funciona o aviso prévio?</li>
<li>Quais são os direitos do trabalhador na demissão?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Conhecer os direitos trabalhistas é fundamental para garantir que seus interesses como trabalhador sejam protegidos. É importante sempre buscar informações confiáveis sobre o assunto, seja através de profissionais especializados, sindicatos ou órgãos governamentais. Se você tem dúvidas sobre seus direitos ou está passando por algum problema relacionado ao trabalho, busque ajuda o quanto antes para resolver a situação de forma justa e satisfatória.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resumo, o Direito do Trabalho é uma área complexa que envolve diversas questões importantes para trabalhadores e empregadores. Neste artigo, abordamos alguns temas relevantes, como cálculo de rescisão, direitos trabalhistas e como funciona o processo de demissão. Esperamos ter ajudado a esclarecer algumas dúvidas e a orientar os leitores sobre seus direitos.</p>
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		<title>Carf afasta PIS e Cofins sobre ativos garantidores de resseguradora</title>
		<link>https://www.culassoesalaberry.adv.br/carf-afasta-pis-e-cofins-sobre-ativos-garantidores-de-resseguradora/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Culasso e Salaberry]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Sep 2022 02:43:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[ativos garantidores]]></category>
		<category><![CDATA[Carf]]></category>
		<category><![CDATA[Cofins]]></category>
		<category><![CDATA[PIS]]></category>
		<category><![CDATA[resseguradora]]></category>
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					<description><![CDATA[As receitas financeiras das aplicações a que estão obrigadas as sociedades securitárias não constituem faturamento para fins de incidência do PIS e da Cofins. Esse entendimento foi firmado pela 1ª Turma Ordinária da 2ª Câmara da 3ª Seção de Julgamento do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). A decisão levou em conta um parecer do ministro aposentado Cezar Peluso, do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As receitas financeiras das aplicações a que estão obrigadas as sociedades securitárias não constituem faturamento para fins de incidência do PIS e da Cofins. Esse entendimento foi firmado pela 1ª Turma Ordinária da 2ª Câmara da 3ª Seção de Julgamento do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). A decisão levou em conta um parecer do ministro aposentado Cezar Peluso, do Supremo Tribunal Federal.</p>
<p style="text-align: justify;">O Carf permitiu que uma resseguradora não inclua na apuração da base de cálculo dessas contribuições as receitas financeiras advindas de valores obtidos com aplicações dos ativos garantidores das suas reservas técnicas.</p>
<h4>Tributação dos ativos</h4>
<p style="text-align: justify;">Os resseguros são contratos nos quais se assume o compromisso de indenizar alguma seguradora pelos danos que possam vir a ocorrer devido às suas apólices. A legislação securitária determina que as sociedades do ramo constituam &#8220;reservas técnicas, provisões e fundos&#8221; e façam investimentos em ativos financeiros para garantir o cumprimento das obrigações.</p>
<p style="text-align: justify;">Os ativos garantidores, portanto, são aqueles que dão garantia aos recursos das reservas ou provisões técnicas. Estas, por sua vez, representam o dinheiro que a empresa deve manter para arcar com os compromissos que assumirá com seus segurados.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso dos autos, o Fisco considerou que a resseguradora em questão teria deixado de incluir na apuração da base de cálculo das contribuições os rendimentos financeiros decorrentes desses ativos garantidores. A empresa alegou que tais receitas não seriam decorrentes da execução do seu objeto social, mas sim relacionadas à natureza e aos riscos envolvidos na sua atividade.</p>
<h4>Fundamentação</h4>
<p style="text-align: justify;">O conselheiro Márcio Robson Costa, redator designado do voto vencedor, acolheu os argumentos da defesa. Segundo ele, tais receitas financeiras &#8220;não podem ser reputadas derivadas do objeto social ou das atividades típicas das resseguradoras e seguradoras&#8221;, pelo simples fato de que os investimentos são obrigatórios.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Essas sociedades não têm como atividade-fim a realização dos investimentos compulsórios, nem o fazem habitualmente com a intenção de gerar lucros. Seu objeto social compreende tão somente as atividades de resseguros, para as quais a aplicação dos recursos das provisões técnicas em ativos garantidores é meramente acessória&#8221;, explicou.</p>
<h4>Parecer do ministro</h4>
<p style="text-align: justify;">A Receita Federal costuma usar um voto de Peluso para justificar a cobrança do PIS e da Cofins sobre tais valores. Em 2005, o ministro teria afirmado, em voto proferido em julgamento no STF, que o faturamento compreende as receitas operacionais da empresa. O Fisco passou então a considerar os ativos como receitas operacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, em declaração de voto, o conselheiro Laércio Cruz Uliana Junior citou parecer, divulgado pela ConJur, no qual Peluzo explica que a interpretação da Receita está errada.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O que a Receita Federal não vê, nem distingue é condição e atividade condicionada, nem o fato óbvio de a receita financeira não significar aí contraprestação devida, pelo segurado, por prestação de serviço típico da seguradora. As seguradoras não prestam serviço de seguro ao banco quando depositam as reservas técnicas!&#8221;, diz o parecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o advogado Maurício Faro, que atuou no caso, a grande importância do precedente firmado pelo Carf é justamente a fundamentação no parecer de Peluso, que mostrou seu entendimento contrário à interpretação do Fisco: &#8220;A receita financeira de ativos garantidores, por não ser uma contrapestação ao exercício das atividades das seguradoras e resseguradoras, não é uma receita operacional, e consequentemente não sofre incidência do PIS/Cofins&#8221;, ressalta.</p>
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